Do you understand me?
Monday, March 24th, 2008Extendendo um debate iniciado porAlex Castro, o Ian Black escreveu algo tão simples e tão legal:
Muito bom isso aí. Até linkei. =) Pra compreender mais o outro é necessário mais compaixão. Capice?
Extendendo um debate iniciado porAlex Castro, o Ian Black escreveu algo tão simples e tão legal:
Muito bom isso aí. Até linkei. =) Pra compreender mais o outro é necessário mais compaixão. Capice?
Está nas bancas a nova edição (Abril de 2008) da revista mensal Bons Fluidos. Além da morena linda da capa =) me chamou a atenção a matéria para a seção de Autoconhecimento: Sua História Vale Ouro. Gosto desta revista muito por conta esta seção (Autoconhecimento) e acredito que eles acertaram em cheio ao abordar a importância das histórias (que a gente conta e que a gente ouve/assiste).
A matéria está disponível online no site da revista com texto de Cacilda Guerra e Melissa Diniz e ilustrações de Murilo Silva. Link no texto abaixo:
Um livro aberto para a vida
Registrar acontecimentos por meio de palavras, fotos e desenhos é uma maneira de dar um novo significado a alguns aspectos da vida. Ao se expressar, tem quem ganhe mais confiança, tem quem reforce laços de afeto e há quem se desculpe. Aqui, mostramos diferentes histórias. São uma inspiração para você se lançar, quem sabe, em sua própria narrativa.
Sumário da edição No. 109 de Abril de 2008.
Salve Jorge. Tem também uma matéria sobre São Jorge. =)
Autor exibe seus textos em cartolinas na calçada da avenida. Transeuntes apreciam e contribuem.
[Que tal ir baixando o áudio da entrevista enquanto você lê? Arquivo com 60Mb, 63 minutos.]
Semanas atrás, passando pela Av. Paulista (SP), notei vários poemas expostos na calçada, em cartolinas, cujo autor se identifica como Mauro Modesto. Qual foi a idéia dele para “vender” seus textos?
Ele os expõe, livremente e no final de alguns, sugere: “Contribua com qualquer valor”.
Os pedestres que passam pela agitada Av. Paulista param, olham, lêem e alguns até contribuem com pequenas quantias depositadas em uma caixinha.
Conversando com ele disse-me que prefere manter-se discreto e não ser muito conhecido. É avesso à badalação. Pediu que não fosse fotografado. Fotografei então alguns de seus textos expostos na rua.
Este escritor pernambucano, de 53 anos, já fez isto no Rio de Janeiro e está, há dois meses, fazendo o mesmo em São Paulo. Expõe seus textos no chão, em plena Av. Paulista, próximo à esquina com a R. Teixeira da Silva (entre as estações do metrô Paraíso e Brigadeiro). Aliás, vale a pena ouvir na entrevista a diferença que ele percebeu em relação às duas capitais. =))
Achei a iniciativa interessante porque, afinal, ele criou uma forma de gerar receita a partir de seus próprios escritos e pensamentos. Alguns polêmicos, outros nem tanto. Todos originais. Fiquei curioso em saber mais sobre ele, os artistas que aprecia e quais são suas motivações.
Entre 8 e 9 de março, gravamos em MP3 algumas conversas que somam 63 minutos de bate-papo. Ele recitou sonetos de Pablo Neruda e outros de seus versos. =))
No próprio dia 9, domingo, Renata Miranda, jornalista do Estadão que passava pela Av. Paulista também notou o trabalho e conversando com o autor ficou de reencontrá-lo, na semana seguinte, para entrevistá-lo. Conversei brevemente com ela, contei que até já tinha entrevistado-o e gravado algumas conversas, em áudio, e que iria publicar em breve. Disse também que acreditava que seria ótimo que ela fosse adiante e que mais pessoas conhecessem os textos, a iniciativa.
Em 11 de março, publiquei texto entitulado: Ganhando a vida como produtor de conteúdo. Contribua com qualquer valor. (Texto que trouxe pra cá ontem). Disponibilizei também o arquivo de MP3 (63 min.) que alguns amigos já baixaram, ouviram e fizeram várias críticas e sugestões.
Quer saber mais? Produzi imagem, texto e áudio:
Veja fotos de alguns dos poemas.
Leia: Ganhando a vida como produtor de conteúdo. Contribua com qualquer valor.
Baixe e Ouça o a entrevista. Arquivo com 60Mb, 63 min. de duração.
Este post faz parte da Blogagem Inédita, proposta por Edney Souza do Interney.net. [Editado]
Eu já presenciei em muitas reuniões e eventos de tecnologia o pessoal que tem blogs discutir e levantar diversas idéias a respeito da monetização de seus blogs.
Este é mesmo o melhor dos dois mundos: Você fazer o que gosta (pensar os novos meios de comunicação, produzir conteúdos, posts, matérias, reportagens) e receber retorno financeiro por esse trabalho.
Podcasts, Blogs, Feeds, RSS, Redes Sociais, Email Marketing, SMS, Newsletters… Quem tem blog e/ou trabalha com internet conhece diversas formas diferentes de distribuir conteúdos.
Outro dia, vi o trabalho de um poeta pernambucano de 53 anos, natural de Recife, que assina seus textos como Mauro Modesto. Ele não trabalha com Internet e provavelmente não ouviu falar de Chris Anderson autor de A Cauda Longa e Free!
O que ele fez para exibir seus poemas e ser remunerado?
Ele teve a seguinte idéia: Escreve seus textos em cartolinas de papel e fixa as cartolinas (com fita crepe) na calçada. Utiliza dezenas de cartolinas (nas cores: azul, verde, amarelo e branco) e em cada uma escreve um texto diferente.
Em algumas, ao final, mais embaixo, sugere: Contribua com qualquer valor. Uma espécie de “link patrocinado” que incentiva doações. =)))
Convidei ele pra um bate-papo-entrevista e gravei as conversas com seu consentimento. No total resultou em 63 minutos de bate-papo. O material está totalmente “bruto”, cheio de ruídos, “intervenções” e tal. Um microfone quebrou uma noite, perdi uns textos ótimos que ele recitou e não tinha nem que citar esses fatos aqui rsrs. Mas tudo bem.
Ouça por sua própria conta e risco. =)))
Veja fotos de alguns dos poemas exibidos na rua.
[Editado. Publicado originalmente em 11/03/2008]
Quando resolvi blogar aqui, uma coisa que tinha me decidido (aliás, duas) era não falar sobre o ato de blogar e não ficar falando tanto e tanto de si mesmo (tipo um egoblog) rsrs. Acontece que tantas coisas acontecem e vem a necessidade visceral da tal da metalinguagem. =)))
Uma coisa que tem me acontecido com muita freqüência, nas últimas semanas/meses é:
* Ter uma idéia/insight
* Escrever algo sobre (ou não)
* Vivenciar uma situação ou receber uma informação muito, muito parecida
Claro que é tudo uma grande bobagem e viagem auto-referente… =))) O mais engraçado é sentir a necessidade (íntima, egóica) de provar para o outro que foi você (no caso, eu) que teve aquela idéia, imaginou aquilo primeiro e tal…
Um exemplo bobo foi quando recebi, recentemente, um convite para entrar no orkut de um amigo com quem não falava há anos. Não entrei mas acabei por ver um pouco mais sobre seu perfil, comunidades e tal e não é que lá, dentre as comunidades de que ele fazia parte constava uma com um tema bem “incomum” e sobre o qual eu estava prestando mais atenção nos últimos tempos?
Felizmente pra acalmar meu ego (hahaha) tinha (tenho) em meu gmail mensagem de pedido de registro de domínio sobre o tal tema em questão com data anterior ao convite do orkut. Ufa!
Mas que viagem, hein? Verdadeiro delírio auto-referente. A outra pessoa nem tá sabendo de nada e eu aqui “brigando” sozinho pra provar não sei o que não sei pra quem. rsrs
Aiai. O lance é que tenho a impressão que tem acontecido muitas vezes, em muitas áreas diferentes. Cada vez mais. Algo meio de inconsciente coletivo, informação arquetípica… ou algo assim. Daí, por um lado penso: Sinal de que estou indo para os lugares e falando com as pessoas certas.
Outra coisa: Às vezes, sinto também uns Déjà_vus… =))). Mas aí já é outra maluquice. =)))
Hmmmm. Vou ter que elaborar melhor este texto aqui. Mas agora não vai dar. Depois edito. Ou não. rsrsrs
(publicado originalmente em 10/03/2008)
Como identificar e liderar diferentes perfis comportamentais
Investimento: 2 kg de alimentos não perecíveis, que serão doados à Associação Beneficente Grupo Sol.
(publicado originalmente em 05/03/2008)
Acabei de ler no Verdes Trigos que a árvore de Anne Frank (um castanheiro bem no centro de Amsterdam) ia ser derrubada mas graças à mobilização de alguns cidadãos holandeses não será mais.
O editor do Verdes Trigos publicou este trecho do Diário de Anne Frank:
(publicado originalmente em 30/01/2008)
Na home do TechCrunch tem uma matéria sobre o Wikia Search.
Wikia Search é a proposta de Jimmy Wales de disponibilizar uma Search Engine Open Source. E mais: uma Social Search que abre espaço para os próprios usuários avaliarem a relevância dos resultados obtidos com o buscador.
O que me faz lembrar de Rick Skrenta que, por sua vez, tem severas críticas ao PageRank da Google e está à frente da search startup Blekko.
Mas, voltando a Wikia Search: eu consegui criar minha conta lá usando o navegador Firefox (antes, com o Explorer, não rolava. Aliás, outras páginas também apresentaram problemas com o Explorer).
Achei legal o verbete Semantic Lab. Bem como alguns de seus links.
Faça uma busca. Crie sua conta.
(publicado originalmente em 07/01/2008)
Acessei a Search Wikia para conhecer. Tentei criar uma conta nova mas não consegui. Tentarei novamente depois. Um banner, à direita, em cima, com um logo bem legal do Blade Runner chamou minha atenção. Entrei em uma página específica sobre o filme.
Por coincidência, logo depois, entrei na home do Estadão e vi um link pra matéria sobre o filme. Não teve jeito. Fiquei ouvindo a trilha sonora do Vangelis a noite toda.
Aliás, no Link tem várias matérias sobre o filme. Chamou a atenção perceber que de certa forma Blade Runner foi responsável por trazer o conceito de “obra aberta” para o cinema. Além de muitas outras inovações que a gente não consegue nem imaginar hoje em dia.
Como o filme era muito inovador as pessoas queriam assistir a ele diversas vezes. Assim a indústria do cinema percebeu pela primeira vez que poderia ganhar dinheiro com um filme a longo prazo também.
(publicado originalmente em 07/01/2008)