Archive for March, 2008

O Poder da Sutileza

Sunday, March 30th, 2008

Thaís Pontes, no blog Dica do Dia, após um extenso post (intitulado Dicas sutis para ele perceber que você está a fim!) com umas 5 dicas (sutis) para garotas demonstrarem que estão a fim SEM demonstrarem que estão a fim (Entendeu? Não? Nem eu. Quem entende as mulheres?) conclui o post com esta dica matadora:

O melhor dessas dicas é que, se no fim você descobrir que ele não queria nada com você, dá pra fingir que nunca nada aconteceu… Se alguém vier falar que você deu em cima dele a noite inteira, você já lança: “Dei nada, agi normalmente. Esse cara é louco! Sou legal, não estava dando bola, loser!”.

À Procura do Conceito Perfeito

Sunday, March 30th, 2008

À Procura do Conceito Perfeito…

… “Eleve seus pensamentos”

O Tao do Taoísmo

Saturday, March 29th, 2008

A primeira citação do Tao eu traduzia/entendia sempre como “O caminho que pode ser verbalizado não é o caminho Eterno”.

No site da Sociedade Taoísta do Brasil encontrei a citação traduzida, como:
O caminho que pode ser expresso não é o caminho constante.

Dao De Jing, Cap 1.

Aliás, olha que legal este texto:

Wu-Wei: O Fazer pelo Não-Fazer

O Tao e o Zen não são diferentes. Eles diferem somente quanto a suas origens. A filosofia do Tao surgiu na China antiga com o grande mestre Lao-Tzu. E o Zen nasceu com a transferência da flor das mãos de Buda, para as mãos de Mahakashyapa. Mas ambos dizem respeito à mesma Verdade já revelada: Aquilo que não pode ser expresso pelas palavras… Àquela única coisa que É. E é justamente pela impossibilidade de Isto não poder ser expressado que os mestres preferem dar ênfase ao silêncio, e não dizer nada: pelas palavras você não pode alcançar. Palavras só ajudam até um certo ponto. Assim, o Ser muitas vezes é retratado por palavras que indicam passividade e até mesmo conotações negativas. Por exemplo: muitos mestres dão ênfase ao Ser através da palavra “Não-Manifesto”. A expressão Não-Manifesto tenta, através de uma negativa, expressar aquilo que não pode ser falado, pensado ou imaginado. Ela aponta para o que É quando diz o que não é. Logo, dizer Não-manifesto significa se referir ao Ser. Esses jogos de palavras, positivos e negativos, tentam fazer com que você não se prenda a nenhuma destas expressões e nem comece a acreditar nelas, pois elas não passam de indicadores, de setas apontando para o alvo. Assim, não se agarre às expressões positivas, nem às negativas… o caminho é o do meio. O caminho é aquele que não pode ser constatado, aquele que não se pode ver. E o Taoísmo diz: “Não faça!”. Ele gosta muito da expressão “não-fazer”. A não-ação constitui a força criadora de toda atividade, de toda a existência. Não há como explicar a Existência fundamentando-a em princípios e teorias — a começar pela já-existência deles. A Existência só pode ser “explicada” (compreendida) a partir da Não-Existência. E quando alguém aprende a perceber/contemplar ambos, aí é possível adentrar o caminho do meio: o ponto que está exatamente no centro, entre o existir e o não-existir. Então a existência e a não-existência tornam-se UM só.E assim se sucede com o Fazer. O verdadeiro fazer só pode ser compreendido a partir do não-fazer. Este “não-fazer” corresponde ao “sentar sem nada fazer” do Zen.

O Conteúdo é a Alma da Vida Digital

Saturday, March 29th, 2008

Autolink: O Conteúdo é a Alma da Vida Digital.

Technorati Profile

Friday, March 28th, 2008

Technorati Profile

Site do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz (www.comitepaz.org.br) dispõe agora de Arquivos para Download

Tuesday, March 25th, 2008

[recebi este e-mail de Lia Diskin liadiskin@palasathena.org.br e estou divulgando-o aqui no blog]

Mui estimados parceiros,

Temos a compartilhar, com grande alegria, que o site do nosso Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz (www.comitepaz.org.br) dispõe agora da página “Arquivos para Download”, onde estão reunidos sinopses, aúdios e apresentações em Power Point (quando foram usadas) - do 50º ao 62º Fórum. Isso permitirá o acesso aos conteúdos de maneira irrestita, sobretudo dos parceiros que estão distantes e que sempre nos solicitam cópia dos áudios. A partir de agora, os próximos Fóruns serão incluídos na seqüência.

Agradecemos em nome dos consulentes e felicitamos por mais este exercício de cidadania aos criadores e responsáveis pelo site, Srs. Elisabete Santana e Douglas Paes Aranão que, de forma incansável e perseverante, vêm construindo uma ferramenta eficiente e fecunda para a difusão da Cultura de Paz em língua portuguesa, acessada por mais de 600 visitantes diariamente.

Outrossim, aproveitamos a ocasião para disponibilizar o programa do nosso próximo Fórum, o 63º, que está a cargo do Prof. Dr. Ubiratan D’Ambrósio, que apresentará suas percepções e reflexões sobre a atualidade, sob o título “Em que mundo estamos? O grande auditório do MASP será, como sempre, o palco deste encontro, marcado para a terça-feira, 8 de abril, às 19 horas.

Solicitamos que repassem o programa abaixo para suas redes, seus colegas e familiares, visto ser esta uma oportunidade singular de ouvir e interagir com um dos mais destacados pensadores brasileiros, orientador e mentor de centenas de professores e profissionais de ensino nas mais diversas disciplinas, pois como ele mesmo salienta: “A transdisciplinaridade leva o indivíduo a tomar consciência da essencialidade do outro e da sua inserção na realidade social, natural, planetária e cósmica”.

Em celebração e antecipado entusiasmo,

Lia Diskin

p/ Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz

- um programa da UNESCO

www.comitepaz.org.br

Em que mundo estamos? 63º Fórum do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz

Tuesday, March 25th, 2008

63º Fórum do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz
parceria UNESCO – Palas Athena

Em que mundo estamos?
a cargo de Ubiratan D’Ambrosio

Logo após o final da Segunda Guerra Mundial, os “vencedores” se agruparam em dois blocos ideológica e economicamente divergentes, e iniciou-se uma guerra não declarada, insidiosa e mais violenta, conhecida como Guerra Fria, liderada pela União das Repúblicas Socialistas Soviética/URSS e pelos Estados Unidos da América/USA. As duas grandes potências na contenda, URSS e USA, desenvolveram armamentos cujo potencial destrutivo atingiu a insanidade e chegou-se à iminência de um conflito, cuja conseqüência seria a destruição total da civilização.
Um apelo ao bom senso, na verdade ao instinto de sobrevivência, foi liderado por dois grandes humanistas, Albert Einstein e Bertrand Russell, lançando em 1955 um movimento que se tornou conhecido como Movimento Pugwash. No documento de base, o Manifesto Pugwash dizia “Esqueçam-se de tudo e lembrem-se da humanidade”. O apelo e ações subseqüentes evitaram uma catástrofe. Razões diversas provocaram o desaparecimento da URSS. Desde então, desenvolveram-se alguns mecanismos de controle que permitem acreditar que, embora não totalmente afastado, o perigo de um confronto levando à guerra nuclear é menor.
Há um enorme esforço diplomático, de todas as nações, para conciliação a fim de evitar uma guerra declarada entre nações ou blocos que leve ao confronto total. Evitando guerra declarada entre os mais poderosos podemos dizer que estamos caminhando para um período de paz?
É importante conceituar paz. A não declaração de guerra é o que caracteriza a paz militar. Mas paz é um conceito muito mais amplo, e devemos pensar PAZ em quatro dimensões abrangentes:

1. PAZ INDIVIDUAL, que é um estado de espírito sem conflitos interiores, é o que comumente se diz “estar em paz com si mesmo”;
2. PAZ AMBIENTAL, que é respeitar-se o equilíbrio entre as espécies e com o meio ambiente, que tornam possível a vida no planeta;
3. PAZ SOCIAL, que contempla a relação tranqüila entre grupos de cidadãos, que permite que situações de conflito sejam resolvidas sem violência e sem atentar contra a dignidade de indivíduos;
4. PAZ MILITAR, que é a ausência de conflito armado declarado entre nações ou blocos.

Conceituando PAZ nas suas várias dimensões, obviamente interligados, temos de reconhecer que não estamos em paz e, na verdade, estamos nos afastando dela.

Em que mundo estamos?

UBIRATAN D’AMBROSIO é Professor Emérito da Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP e atualmente Professor do Programa de Pós-Graduação em História da Ciência, da PUC-SP; Professor Credenciado nos Programas de Pós-graduação do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da UNESP/Rio Claro e da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.
Mais que isso, o Prof. Ubiratan é em primeiro lugar, um historiador e filósofo da Educação, criador da Etnomatemática, que conferiu às culturas tradicionais não européias um valor e uma respeitabilidade nunca antes reconhecidos.

ENTRADA FRANCA

8 de abril de 2008 · terça-feira · 19 horas
Auditório do MASP • Museu de Arte de São Paulo
Av. Paulista, 1578 - São Paulo - SP (Estação Trianon-Masp do Metrô)
Informações: Palas Athena (11) 3266-6188

Realização: Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz
www.comitepaz.org.br - www.palasathena.org.br

Do you understand me?

Monday, March 24th, 2008

Extendendo um debate iniciado porAlex Castro, o Ian Black escreveu algo tão simples e tão legal:

“Uma coisa que muitas pessoas não entendem é que a saúde de um relacionamento depende muito da compreensão dos sentimentos e anseios que as partes envolvidas estão vivendo, e das decisões e ações a partir daí.”

Muito bom isso aí. Até linkei. =) Pra compreender mais o outro é necessário mais compaixão. Capice?

Sua História Vale Ouro - Matéria na Revista Bons Fluidos - A Revista do Bem-Estar

Monday, March 24th, 2008

Está nas bancas a nova edição (Abril de 2008) da revista mensal Bons Fluidos. Além da morena linda da capa =) me chamou a atenção a matéria para a seção de Autoconhecimento: Sua História Vale Ouro. Gosto desta revista muito por conta esta seção (Autoconhecimento) e acredito que eles acertaram em cheio ao abordar a importância das histórias (que a gente conta e que a gente ouve/assiste).

A matéria está disponível online no site da revista com texto de Cacilda Guerra e Melissa Diniz e ilustrações de Murilo Silva. Link no texto abaixo:

Um livro aberto para a vida
Registrar acontecimentos por meio de palavras, fotos e desenhos é uma maneira de dar um novo significado a alguns aspectos da vida. Ao se expressar, tem quem ganhe mais confiança, tem quem reforce laços de afeto e há quem se desculpe. Aqui, mostramos diferentes histórias. São uma inspiração para você se lançar, quem sabe, em sua própria narrativa.

Sumário da edição No. 109 de Abril de 2008.
Salve Jorge. Tem também uma matéria sobre São Jorge. =)

Entrevista com o poeta da Paulista

Monday, March 17th, 2008

Autor exibe seus textos em cartolinas na calçada da avenida. Transeuntes apreciam e contribuem.

[Que tal ir baixando o áudio da entrevista enquanto você lê? Arquivo com 60Mb, 63 minutos.]

Semanas atrás, passando pela Av. Paulista (SP), notei vários poemas expostos na calçada, em cartolinas, cujo autor se identifica como Mauro Modesto. Qual foi a idéia dele para “vender” seus textos?

Ele os expõe, livremente e no final de alguns, sugere: “Contribua com qualquer valor”.

Os pedestres que passam pela agitada Av. Paulista param, olham, lêem e alguns até contribuem com pequenas quantias depositadas em uma caixinha.

Conversando com ele disse-me que prefere manter-se discreto e não ser muito conhecido. É avesso à badalação. Pediu que não fosse fotografado. Fotografei então alguns de seus textos expostos na rua.

Este escritor pernambucano, de 53 anos, já fez isto no Rio de Janeiro e está, há dois meses, fazendo o mesmo em São Paulo. Expõe seus textos no chão, em plena Av. Paulista, próximo à esquina com a R. Teixeira da Silva (entre as estações do metrô Paraíso e Brigadeiro). Aliás, vale a pena ouvir na entrevista a diferença que ele percebeu em relação às duas capitais. =))

Achei a iniciativa interessante porque, afinal, ele criou uma forma de gerar receita a partir de seus próprios escritos e pensamentos. Alguns polêmicos, outros nem tanto. Todos originais. Fiquei curioso em saber mais sobre ele, os artistas que aprecia e quais são suas motivações.

Entre 8 e 9 de março, gravamos em MP3 algumas conversas que somam 63 minutos de bate-papo. Ele recitou sonetos de Pablo Neruda e outros de seus versos. =))

No próprio dia 9, domingo, Renata Miranda, jornalista do Estadão que passava pela Av. Paulista também notou o trabalho e conversando com o autor ficou de reencontrá-lo, na semana seguinte, para entrevistá-lo. Conversei brevemente com ela, contei que até já tinha entrevistado-o e gravado algumas conversas, em áudio, e que iria publicar em breve. Disse também que acreditava que seria ótimo que ela fosse adiante e que mais pessoas conhecessem os textos, a iniciativa.

Em 11 de março, publiquei texto entitulado: Ganhando a vida como produtor de conteúdo. Contribua com qualquer valor. (Texto que trouxe pra cá ontem). Disponibilizei também o arquivo de MP3 (63 min.) que alguns amigos já baixaram, ouviram e fizeram várias críticas e sugestões.

Quer saber mais? Produzi imagem, texto e áudio:

Veja fotos de alguns dos poemas.
Leia: Ganhando a vida como produtor de conteúdo. Contribua com qualquer valor.
Baixe e Ouça o a entrevista. Arquivo com 60Mb, 63 min. de duração.

Este post faz parte da Blogagem Inédita, proposta por Edney Souza do Interney.net. [Editado]